Como eu escolhi o nome Martina?

Bom, como prometido, hoje é dia de contar um pouquinho da história do nome da minha baby, a Martina! Essa segunda escolha foi um pouco mais difícil que escolher Vitta -que era um nome que eu já tinha na cabeça- mas foi tão tranquila quanto. Aliás, para quem quiser ler a história de como escolhi o nome da Vitta, é só clicar aqui! Voltando ao assunto… descobrimos que seria menina lá pelos 5 meses de gestação também, e mesmo tendo alguns nomes rodando na cabeça, não tinha nenhum definido e nem preferido ainda, nem para menino nem para menina. Acho que eu não serviria pra ser mãe de menino, nunca consegui pensar em um nome bacana, rs! Nome é uma coisa muito especial, né? E já com a experiência da Vitta, eu queria outro nome que fosse a carinha da minha bebê, daí rolou a indecisão durante muitas semanas.

O meu gosto pra nome é bem direto e preciso: gosto de nomes diferentes, curtos, e que combinem com o sobrenome. Depois de saber que era menina comecei a pesquisar muito sobre nomes de diversas etnias, e dessa vez além de tudo, o nome teria que combinar com Vitta. Sim, eu sou uma virginiana bem perfeccionista e tudo precisa sempre estar em harmonia na minha vida! Rs!!! Viajei longe nos meus pensamentos e tomei minha decisão: ela se chamaria Nina ou Tina. Próximo passo foi conversar com o pai (que sim minha gente, tem tanta voz ativa quanto nós, mesmo durante a gravidez!) e ele infelizmente não topou, não gostou, e de maneira nenhuma foi negociável. Oh céus, voltei mais uma etapa nessa tarefa difícil.

Fiquei braba, desanimada, bati o pé e fiquei de mal alguns dias, mas não adiantou. Então deixei pra lá e parei de pensar nisso durante alguns dias para ver se a cabeça esfriava e conseguia começar do zero. Depois de algumas semanas nós dois fomos caminhar no deck de Balneário Camboriú e voltamos a conversar sobre o nome, afinal era uma coisa que precisava ser decidida. Eis que, do nada, ele me fala: sabe que eu gosto do nome Martina? Eu virei pra ele e falei: Eu também gosto! Não é Tina, mas é Martina! Fechou, esse será o nome da minha princesa. É feminino, delicado e ao mesmo tempo forte, combina com Vitta, e me sinto muito mãe de uma Martina!

Sabem que dar esse tempo para as nossas cabeças foi a melhor coisa que fizemos, porque quando ficamos muito focados em um determinado assunto, muitas vezes não conseguimos enxergar as outras coisas ao nosso redor, nossa escolha muitas vezes nos cega de outras opções super interessantes. Depois que escolhemos os nomes, em nenhuma das duas gravidez eu me coloquei em dúvida ou pensei em trocar. E hoje em dia eu percebo como as meninas combinam muito com os seus nomes, cada uma com suas particularidades! É a carinha delas!

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Esse foi o quadro da porta de maternidade dela. Eu ensinei como fazê-lo aqui!

Então meninas, essas historinhas foram pedidos de vocês, me contem aqui nos comentários se querem saber mais coisas que eu faço posts!

Beijos!!!

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7 pensamentos sobre “Como eu escolhi o nome Martina?

  1. Em São Paulo, segundo os dados da Arpen/SP, que disponibiliza uma lista com todos os registros, Martina teve apenas 39 registros em 2014. No Rio Grande do Sul, onde eu moro, está se tornando mais popular, talvez pela proximidade com a Argentina. Parabéns pela escolha, também gosto de nomes incomuns.

  2. Eu adoro este nome. Colocaria na minha filha. Mas com certeza gosto da sonoridade do nome e por já ter conhecido uma Martina, que era suiça, na minha adolescência.

  3. Estou de 23 semanas e esperando uma Martina q pra mim já e tudo. Mas antes dela ser concebida eu já tinha esse nome em mente pois vi em um programa de tv que falava sobre recem nascidos , foi amor a primeira vista . quando descobrimos o sexo logo falei q seria martina e o pai logo de cara adorou. Alguns me questionaram o poque da escolha já que era um nome bastante incomun . mas eu nao hesitei em momento algum , tinha certeza do que queria. mal vejo a hora de Ter minha doce Martina aqui comigo.

  4. Também estou a espera da minha Martina. Foi em comum acordo com o papai, e foi o unico nome que pensamos. pois achávamos que era um menino, e seria Martín.

  5. O nome da minha filha também é Martina! Vi na tv, no miss brasil 2015. Achei lindo, além de ser fácil de escrever e de ainda não ser muito comum. O papai concordou então esse foi o lindo nome que demos para nossa princesa, que nasceu em setembro desse ano.

  6. Martina pode significar “pequena guerreira” …

    Temos também:

    SANTA MARTINA

    Martina, donzela romana, filha de um cônsul, nascida numa família ilustre, órfã desde a infância, encendida do ardor da piedade cristã, distribuía em profusão aos pobres as riquezas que ganhava. Sob o imperador Alexandre, foi mandada sacrificar aos falsos deuses, e recusou-se firmemente a cometer tão grande crime. Por isso, foi muitas vezes molestada por palavras, ganchos, unhas de ferro, cacos de louças; cortada, membro por membro, com espadas afiadíssimas; escaldada em gordura fervente; mandada para o anfiteatro para ser publicamente devorada por feras. Saindo ilesa, por Deus, dessas torturas, foi jogada numa pira ardente, da qual saiu igualmente incólume.

    Alguns dos seus torturadores, edificados pela notícia dos milagres, por graça de Deus, abraçando a fé de Cristo, mereceram a gloriosa palma do martírio, após serem torturados. À oração da santa, terremotos e fogos do céu trovoante derrubaram os templos dos deuses e demoliram os simulacros. Enquanto isso, das suas chagas, além do sangue, saía um certo leite, e emanavam do seu corpo um resplendor nitidíssimo e um suavíssimo odor, e, enquanto isso, foi vista num trono real, louvando a Deus junto com os bem-aventurados.

    Esses prodígios, e, principalmente, a sua repetição, moveram fortemente o juiz a mandar decapitar a virgem. Cumprida a ordem, e ouvida do céu uma voz como que a chamando para o Paraíso, toda a cidade tremeu, e muitos idólatras se converteram à fé de Cristo. O corpo sagrado de Martina, martirizado no pontificado de Urbano I, foi descoberto pelo Sumo Pontífice Urbano VIII, na antiga Igreja da santa, perto da prisão de Marmetino, ao pé da colina do Capitólio, junto com os corpos dos santos mártires Concórdio, Epifânio e seus companheiros, e, com grande concurso de povo e toda a cidade feliz, foi reposto com solenidade e pompa, no mesmo lugar, reformado e mais formoso.

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